A esquerda frente à Venezuela

, par  Claudio Katz

A mídia mantém silêncio sobre a violência da oposição venezuelana e a repressão conduzida pelos governos de direita da América Latina. A estratégia de um golpe institucional tem sérios limites, mas a esquerda deve abordar esta nova ameaça, apoiando as decisões antiimperialistas e estabelecendo uma distinção entre o boicote capitalista e a ineficácia do governo atual.

Aderindo aos padrões social-democratas, a oposição pós-progressista ao chavismo dos "críticos à esquerda", descartam o perigo de um golpe e identificam erroneamente o autoritarismo como o principal perigo. Os dogmaticos ignoram o inimigo principal e convergem com os conservadores ou se deslizam para uma neutralidade passiva.

A direita só quer eleições cuja vitoria lhe parece certa. Nessas condições muito adversas, a Assembléia Constituinte reabre oportunidades e aponta para uma reaparição de um pensamento radical.

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